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Recusa ao bafômetro: o que a lei realmente diz e como se defender

Publicado em 24 de setembro de 2025 às 17:27h

Recusa ao bafômetro: o que a lei realmente diz e como se defender

Ser parado em uma blitz da Lei Seca é o tipo de situação que trava o coração de qualquer motorista. Em segundos, surgem as dúvidas: “Posso recusar o bafômetro? O que acontece se eu não soprar?”

Na prática, recusar o bafômetro significa encarar uma multa de quase três mil reais, perder o direito de dirigir por um ano e ainda ter que passar pelo curso de reciclagem. E mais: se o motorista optar por fazer o exame e for constatado teor alcoólico, as consequências podem ser ainda mais severas, incluindo processo criminal por embriaguez ao volante.

Mas calma, tem solução. É nesse ponto que a defesa especializada faz toda a diferença. Não basta protocolar um recurso genérico: é preciso análise minuciosa, estratégia e argumentos técnicos bem construídos para buscar o cancelamento do processo. Essa diferença pode significar perder a CNH por um ano — ou manter o direito de dirigir.

“Recusar o bafômetro não é sinônimo de perder automaticamente a habilitação. Todo motorista tem direito à defesa. Cabe ao advogado especializado transformar esse direito em resultado concreto”, explica a advogada de trânsito Suany Wutke, do ISY Jurídico.

Especializado em Direito de Trânsito, o ISY Jurídico atua em processos de suspensão e cassação da CNH, recursos de multas e consultoria preventiva para motoristas e empresas. Cada caso é tratado de forma personalizada, com técnica, estratégia e acolhimento.

Porque quando o trânsito vira problema, a defesa certa é o caminho para seguir em frente com segurança.

Recusa ao bafômetro: o que a lei realmente diz e como se defender | Divulgação.